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quinta-feira, 22 de maio de 2014

III Encontro de Alimentação Orgânica em Santos

 
"SISTEMAS DE COLABORAÇÃO ENTRE PRODUTOR E CONSUMIDOR DE ALIMENTOS ORGÂNICOS”

28 de maio de 2014, das 14:00 às 17 horas

Atividade Integrante da II Semana da Mata Atlântica da Região Metropolitana da Baixada Santista (27 a 30 de maio) e da Semana de Alimentos Orgânicos de 2014 (25 de maio a 1° de junho - Evento Nacional)

Local: Auditório do Centro de Convenções da Costa da Mata Atlântica, Avenida Cap. Luis Antônio Pimenta, 811, Parque Bitarú, São Vicente/SP

Objetivo: Promover a alimentação orgânica no município de Santos e região com estimulo à ampliação dos canais de produção e comercialização de produtos orgânicos.
Programação:
  • 14:00 Recepção e Abertura 
  • 14:30 COMPRAS COLETIVAS NO ABC PAULISTA – As experiências do Coletivo de Consumo Rural Urbano. - Juliana Santos – da Gestão do Coletivo de Consumo Rural Urbano
  • 14:50 COMUNIDADE  EM  SUPORTE AO  AGRICULTOR (CSA) – Projeto Combôio Orgânico em andamento com a Comunidade Consciência Viva e  Produtores Orgânicos do Vale do Ribeira – AOVale. - Breno Tadeu Ros de Almeida – Presidente do Conselho de Administração da AOVale e Mariana Carvalho - Consumidora e comerciante de produtos orgânicos.
  • 15:10 A FEIRA ORGÂNICA COMO POLÍTICA PÚBLICA MUNICIPAL – A EXPERIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE SANTO ANDRÉ –  Fábio Vezzá de Benedetto - Engenheiro Agrônomo da Companhia de Abastecimento de Santo André - CRAISA
  • 15:30 Roda de conversa
  • 16:30 Encerramento/Degustação de alimentos orgânicos
EVENTO GRATUITO - Aberto ao público em geral, vagas limitadas a capacidade do auditório.
Realização: Núcleo de Ciências em Botânica e Conservação da Biodiversidade do Jardim Botânico Municipal de Santos “Chico Mendes” - SEMAM/PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS e II Semana da Mata Atlântica da Região Metropolitana da Baixada Santista.
Apoio:
- Comerciantes e Consumidores da Feira de Orgânicos do Jardim Botânico de Santos
- AOVale – Associação dos Produtores Orgânicos do Vale do Ribeira
- Universidade Federal do ABC
- Coletivo de Consumo Rural Urbano
- CRAISA - Companhia de Abastecimento de Santo André

Adubação Verde em processo em Miracatu

A foto abaixo apresenta a alegria da primeira etapa de plantio para adubação verde onde ocorreu o curso de Olericultura .... Após 50 dias da ação de semeadura ...
A terra beneficiada é da nossa colaboradora Bety Matos...
à editar

segunda-feira, 19 de maio de 2014

TEDxCampos | Interpretação Cultural do Sabor: Alex Atala

CSA é assunto no Globo Rural

http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2014/05/parceria-estimula-producao-de-alimentos-organicos-em-sp-e-mg.html

18/05/2014 08h30 - Atualizado em 18/05/2014 08h47

Parceria estimula produção de alimentos orgânicos em SP e MG

Pelo modelo de produção, o consumidor torna-se parceiro do produtor.
Lavoura não recebe produto químico ou adubo sintético.

Do Globo Rural

 Uma parceria inovadora ganha força no campo. Os agricultores recebem dos consumidores para produzir e garantem o fornecimento de produtos orgânicos. Pelo novo modelo de produção agrícola o consumidor torna-se parceiro do produtor. A proposta é que o produtor consiga abastecer com alimentos um grupo de até 400 pessoas.
A implantação do CSA começou por Botucatu, no centro-oeste paulista. A sigla, vinda do inglês, pode ser traduzida como ‘parceria entre produtor e consumidor’. Esse conceito de produção, que nasceu na Alemanha no início do século passado, foi trazido da Europa por Hermann Pohkmann, um artista plástico que mora na zona rural da cidade.
A proposta do sistema é que o produtor consiga abastecer com alimentos um grupo de até 400 pessoas e o agricultor pode vender por fora o excedente do volume contratado. A lavoura não recebe produto químico, adubo sintético nem sementes geneticamente modificadas.
O agricultor Marcelo Veríssimo, que apostou no sistema, arrenda uma área de 12 hectares onde trabalha com a família e dois funcionários. A maior vantagem em aderir ao CSA é a certeza da venda. "É uma garantia pra gente que a gente vai receber de dezembro a dezembro”, diz.
Os participantes se comprometem a permanecer no projeto por pelo menos seis meses. Os co-produtores, como são chamados , depositam na conta bancária do agricultor um valor referente aos produtos que receberão durante um mês. A taxa varia entre R$ 73,00 e R$ 130,0 dependendo do volume de alimentos que uma família necessita.
Os produtos que saem do sítio são levados a um ponto de comercialização em uma casa da cidade, de onde os membros retiraram produtos uma vez por semana. A agrônoma Cynthia Zanotto anota o que há disponível para o grupo.
A cesta mínima, chamada de cota, tem sete itens e os co-produtores nunca sabem o que irão receber. A montagem depende da produzido do período. Os alimentos são divididos conforme a quantidade comprada pelo associado. Três cotas por semana são suficientes para uma família de quatro pessoas. Cada consumidor se serve, pesa os alimentos e leva na própria sacola. A cesta do CSA custa em média a metade do preço de uma equivalente orgânica no supermercado.
A produção do sítio do agricultor Marcelo Veríssimo serve ainda associados de outras cidades da região. São pessoas em busca de um novo conceito de produção agrícola, com mais respeito ao produtor e meio ambiente.
O CSA tem pontos de distribuição em sete cidades de São Paulo. O sistema também já foi implantado em duas cidades de Minas Gerais.